Viajante, certa vez ouvi este comentário: “Gosto dessa coisa de cartas, mas tenho medo que elas digam que alguém da minha família morrerá, ou mesmo eu…” Penso que o Tarô não é um oráculo fatalista, muito menos determinista no sentido que, se “foi visto”, não pode ser mudado. Sempre haverá fatos imutáveis e outros que poderemos transformar, amenizar e mesmo mudar o desfecho, pois "toda adivinhação que não se traduzir em esperança será supérflua e inválida".
A abrangência do Tarô não trará respostas de quantos anos alguém viverá ou a profissão que o filho seguirá quando crescer, muito menos os números da mega-sena acumulada.
Concordo que um atendimento é um mapeamento do momento da pessoa, mas não é como um Mapa Astrológico, que aponta com toda uma riqueza de detalhes fatores como descendentes, afinidades profissionais e afetivas, predisposições para enfermidades e etc.
O Tarô não traçará o seu destino! Mas é um facilitador nas horas de incertezas ou quando se busca o melhor para si. #Fazquempodeseguequemquer
O medo de morrer corresponde ao medo de viver. Ouse fazer diferente, ouse fazer por você ou não, a vida passa tão rápida e dura menos ainda. O tempo não para…
O tempo não para....Sem contar que a vida também não, viveremos sempre em outros momentos, outras vidas, outras histórias, fatos e pensamentos!Grande abraço!
ResponderExcluir@Senhordavida,
ResponderExcluirconcordo! Mas é do ser humano estar no passado ou no futuro... Melhor mesmo é ficar no agora. (E quem fica?). Forte abraço!